Carlinhos Cachoeira é solto após prisão da PF em investigação por ataques a delegado de Goiás
PF prende Carlinhos Cachoeira em SP por suspeita de difamar e divulgar dados sigilosos O contraventor Carlinhos Cachoeira foi solto nesta quarta-feira (13) apó...
PF prende Carlinhos Cachoeira em SP por suspeita de difamar e divulgar dados sigilosos O contraventor Carlinhos Cachoeira foi solto nesta quarta-feira (13) após ser preso em um processo de difamação contra o delegado de Goiás, Francisco Lipari, de acordo com o advogado Matheus Hanun. A prisão aconteceu no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, nesta quarta-feira (13). No processo, ele é investigado por crimes de calúnia, difamação e injúria. Segundo reportagem da TV Anhanguera, Carlinhos Cachoeira fez publicações em 2024 contra o delegado, que é titular da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), em Goiânia. O contraventor divulgou informações sigilosas sobre Francisco, como a foto e a placa de um carro. Entre as acusações de difamação, Cachoeira dizia que o delegado recebia propina para atuar em uma investigação. Ao g1, a defesa de Carlinhos Cachoeira confirmou a soltura do contraventor, mas disse que não irá se manifestar sobre o caso. O processo está em segredo de Justiça. Retaliação Segundo a reportagem da TV Anhanguera, as ações de difamação seriam uma retaliação por parte de Carlinhos Cachoeira, uma vez que a delegacia em que o delegado atua investiga os crimes de Carlinhos e seus parentes. De acordo com a TV, o documento tem quase 760 páginas e a reportagem destacou alguns trechos importantes do processo. Cachoeira divulgou prints de telas de resultado de uma consulta sobre dados do veículo do delegado. As informações foram extraídas do banco de dados da Administração Pública. O processo também destacou que há fortes indícios de que o investigado tenha subornado um agente público mediante um pagamento de vantagem, possivelmente um policial, para a realização da consulta no banco de dados, segundo a TV. Carlos Augusto de Almeida Ramos, conhecido como Carlinhos Cachoeira, foi condenado a 9 anos e 4 meses de prisão por corrupção ativa Reprodução/Agência Câmara Reportagem em atualização.